Aprovados, já simularam seu salário?

Aos aprovados que estão visitando o site, talvez não conheçam ainda importante funcionalidade aqui, que simula o salário dos servidores.

Basta preencher o formulário, conforme descrito abaixo. Caso tenha alguma dúvida sobre eventual valor ou direito a algum benefício, verifique se já não foi postado aqui no site alguma informação a respeito. Alguns benefícios, como a penosidade, ou a última lei que nos deu reajuste (12773) são analisados no site. Em breve, incluirei mais informações sobre os outros benefícios.

Image da página que calcula salário de servidores do mpu e judiciário
Imagem do site de simulação do PCS dos servidores do MPU (lei atual), de acordo com as peculiaridades de cada servidor.

O cálculo pode ser feito no site.

17 comentários sobre “Aprovados, já simularam seu salário?”

  1. José, boa tarde! Fiz o cálculo para analista do MPU e o resultado do salário líquido foi em torno de R$ 7.450,00. Confere? Você tem noção de quanto é, hoje, o salário mensal de um analista? Parabéns pelo esforço e trabalho, e obrigado desde já pela ajuda!

    1. O salário “mínimo” líquido de um analista é R$ 6382.81. Entretanto, este valor aumenta com adicionais de qualificação e treinamento, como benefícios de natureza temporária, exercício de função ou localidade.

  2. O site está muito bacana, mas ainda faltam alguns esclarecimentos como a questão do plano de saúde. Será que não seria possível esclarecer sobre isso ? Quanto o servidor tem que contribuir, o plano é bom, atende em todos os lugares é nacional, é possível incluir cônjuge, dependentes, pai e mãe ? Acho que todas essas informações são relevantes também ?

  3. Ola Jose Barbosa.
    A simulação nao bate com a realidade uma vez que a LEI Nº 11.416, DE 15 DE DEZEMBRO DE 2006. No art. 13 $2, expoe que o GAJ não se acumula com os cargos em comissão. Ou voce recebe GAJ ou recebe cargo em comissão. Assim, todos os cálculos feitos estão incorretos, a remuneracao maximo de uma analista é 14 mil bruto.
    Antes de 2006 era do jeito que voce faz os cálculos, depois de 2006 mudou. GAJ nao acumula com remuneracao por cargos em comissao.

    Att.

    1. Prezado, não há nada de incorreto. A hipótese que você citou ocorre apenas nos casos em que o servidor opta por receber o valor integral do cargo em comissão. Entretanto, isto só seria financeiramente vantajoso se o valor do vencimento básico + gaj fosse inferior a 35% do valor da função, o que não ocorre nem mesmo no caso da CJ-04 contra VB + GAJ de um técnico, portanto, nem se cogita tal hipótese. Na prática, todos os servidores recebem VB + gratificações bem como o valor de opção da FC/CC, que é de 65%, até a lei 12774, quando foi extinto o valor de opção da FC e esta passou a ser paga sempre integralmente, em valor equivalente ao de opção da lei 11.416.

      1. Legal, desculpe o incomodo e obrigado pelas informações.
        Mas acontece que a lei deixa claro… ” Os servidores com cargo em comissão, assim como os sem vínculo efetivo com a Adm. Pública… ”
        Se não tiver vínculo com a adm pública, recebe os 100% do CJ ou FC, se for efetivo recebe 65%, mas, ainda assim, a lei diz que os SERVIDORES que tiver CJ ou FC nao perceberão da GAJ… Colei a lei abaixo, leia o parágrafo segundo. Realizei a busca em SERVIDORES que ingressaram recentemente (sob vigencia dessa lei de 2006) e realmente eles tem um acréscimo mínimo pelos CJ ou FC, uma vez que é cancelada a GAJ for força de lei…

        Att.

        Art. 13. A Gratificação Judiciária (GAJ) será calculada mediante aplicação do percentual de 90% (noventa por cento) sobre o vencimento básico estabelecido no Anexo II desta Lei. (Redação dada pela Lei nº 12.774, de 2012)

        § 1o O percentual previsto no caput será implementado gradativamente e corresponderá a: (Redação dada pela Lei nº 12.774, de 2012)

        I – 62% (sessenta e dois por cento), a partir de 1o de janeiro de 2013; (Redação dada pela Lei nº 12.774, de 2012)

        II – 75,2% (setenta e cinco inteiros e dois décimos por cento), a partir de 1o de janeiro de 2014; e (Redação dada pela Lei nº 12.774, de 2012)

        III – 90% (noventa por cento), a partir de 1o de janeiro de 2015. (Redação dada pela Lei nº 12.774, de 2012)

        IV – 42% (quarenta e dois por cento), a partir de 1o de dezembro de 2007;

        V – 46% (quarenta e seis por cento), a partir de 1o de julho de 2008;

        VI – integralmente, a partir de 1o de dezembro de 2008.

        § 2o Os servidores retribuídos pela remuneração do Cargo em Comissão e da Função Comissionada constantes dos Anexos III e IV desta Lei, respectivamente, bem como os sem vínculo efetivo com a Administração Pública, não perceberão a gratificação de que trata este artigo.

        1. QUANTO AO CORTE DA GAJ DOS QUE OCUPAM CARGOS COMISSIONADOS E CONCESSÃO DE AUXÍLIO-ALIMENTAÇÃO AOS REQUISITADOS DO TJPB

          Indagado sobre ato anterior da Presidência do TJPB em que procedeu-se ao corte da GAJ dos que ocupam cargos em comissão e concedeu-se auxílio-alimentação aos requisitados do TJPB, o Dr. Coriolano afirmou, quanto ao primeiro ponto, que o corte da GAJ dos comissionados representou uma economia de R$ 350.000,00 reais ao Tribunal que serão, na política de valorização dos servidores, aplicados com pessoal de forma mais equânime e democrática. A título de exemplo de correção das injustiças, o Dr. Coriolano afirmou que existiam casos de servidores que recebiam seus vencimentos e vantagens, dentre estas percebiam gratificação de função mais a gratificação de atividade judiciária, o que é terminantemente vedado pois são gratificações de mesma natureza e que não poderiam ser pagas cumulativamente.

        2. Prezado, não vou repetir o que já disse. O anexo III é uma das opções, em que realmente você não recebe nada, mas não é utilizado na prática por quem já é servidor. O TJPB não tem NADA A VER com o Judiciário Federal.

  4. JoseBarbosa, desculpe o incômodo, mas você saberia me informar se servidores dos TRFs recebem auxilio moradia, no caso de nomeação em outro Estado do país? obrigado

    1. Não, salvo engano o auxílio moradia só é devido em caso de designação para cargo em comissão, no interesse da administração, em outra cidade. Para nomeação pura e simples não é devido.

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