8º Concurso do MPU – Links e dicas após o resultado final

Uma vez que ontem foi divulgado o resultado final do 8º Concurso do MPU para os cargos de nível médio, é bom relembrar algumas matérias que já coloquei aqui no blog, dar algumas dicas e também responder a algumas dúvidas muito frequentes.

Nomeação

As nomeações devem ocorrer em breve. O MPU teve um orçamento generoso para preenchimento de vagas em 2013, e isto não deve se repetir em 2014, onde as nomeações devem ocorrer num ritmo mais lento, conforme pode se observar no anexo V que está disponível para apreciação do legislativo. As vagas a serem preenchidas são aquelas do edital nº 6, publicado em 11 de novembro.

Provavelmente, naqueles estados em que houver mais de uma vaga para cidades diferentes, deve ser utilizado o mesmo processo utilizado para os candidatos do 7º Concurso: é enviado um email questionando sobre as preferências de lotação, de acordo com as vagas disponíveis. O candidato, de posse da chave recebida no email, preenche um formulário na internet em que coloca suas preferências por ordem de prioridade. A prioridade na lotação é dada primeiramente as candidatos PNEs, na ordem de classificação, e depois para a ordem de classificação da lista geral.

Rotatividade

Embora exista, normalmente é bem diferente dos cargos de Técnico Administrativo e Analista Processual. À exceção de cargos específicos como Técnico em TI, e alguns cargos no Distrito Federal, em geral quem assume o cargo dificilmente vai tentar outros concursos. O quadro de servidores ainda é relativamente novo (começou a se formar na década de 90), e ainda há poucas aposentadorias. Então, embora o MPU possa chamar muito além das vagas e é o que ocorre nos cargos de Técnico Administrativo e Analista Processual, nas demais áreas isto não é tão comum. Até mesmo para se conseguir remoção não é algo muito simples.

Artigos contendo dicas

Não deixe de ler artigos que já escrevi que podem ser muito úteis:

Dica final: até por tudo o que já disse, aqueles que eventualmente quiserem uma remoção no futuro devem tentar tomar posse e entrar em exercício o quanto antes.

Qualquer outra dúvida, comente aí embaixo!

38 thoughts on “8º Concurso do MPU – Links e dicas após o resultado final”

  1. José Barbosa, em relação aos cargos específicos, como é o caso do Analista em Serviço Social, não observo muita rotatividade… Tampouco divulgação de onde serão as vagas a serem preenchidas, como ocorreu com os técnicos administrativos e analistas processuais, após concurso de remoção interno. No edital, as 7 vagas para Analista em Serviço Social eram para Brasília… Você sabe me dizer se essas vagas são para qual ramo do MPU? Será que são para o MPDFT?

      1. Olá, José.

        Essas nomeações de analista previstas para este ano a que vc se refere (as vagas do edital) devem ocorrer PARA TODAS AS ESPECIALIDADES? Inclusive para Comunicação Social-DF?

        Ou é possível que sejam nomeados candidatos de apenas cargos específicos?

        Obrigado.

  2. José,

    Os estados que não tiveram concurso e que tem vagas disponíveis qual o procedimento adotado para preenchê-las? Poderão aproveitar candidatos habilitados dos outros estados?

    1. Sim, podem ser aproveitadasa vagas de outros estados. Creio que a seleção será por meio de edital específico, meio que como a prova para desempate por júri. Quem se interessar, inscreve, e provavelmente a maior nota nacional consegue a vaga.

  3. Pesquisando sobre o MPU no google, eu encontrei o seu blog que traz diversas informações para nós concurseiros que disputamos uma vaga nesta instituição. Obrigado pelas informações, acho que isso ajuda a gente controlar um pouco a ansiedade.
    Passei para Técnico em Tecnologia da informação no RJ, saberia informar qual a possibilidade de existir vaga na capital? ou pelo menos na região metropolitana?

      1. Será que existe a possibilidade de novas vagas na capital? É que no site do MPU consta como se existisse uma vaga, provavelmente deve estar desatualizada esta informação. Esta vaga já deve ter sido preenchida por remoção. Obrigado.

        1. Provavelmente, a vaga da capital foi preenchida por remoção, mas o servidor ainda está numa daquelas unidades do interior esperando a nomeação dos aprovados no 8º concurso para poder ir para lá.

  4. Jose,

    no grupo do face pessoal tem dito que só sai nomeação do concurso 8 para cargo gest pub-DF em janeiro.

    Será que sai mesmo em dezembro?

    To insistindo na pergunta porque caso saia já teria que correr atrás dos exames.

    Grato.

  5. Olá José,

    No último concurso ( 7°) para analista em arquitetura era 1 vaga +CR e foram chamados 9 até o momento. Vc acha que este concurso ( 8°) com 3 vagas + CR possam ser chamados na mesma proporção ( 1 p/9). A vaga é para Brasília. Havendo vagas em outros estados os aprovados neste concurso podem ser chamados também?

    Obrigada e parabéns pelo site!!!

    1. Olá, Carol… provavelmente não. O fato de chamarem 9 de uma vez só no 6º concurso provavelmente ocorreu em razão de alguma demanda excepcional. Eventualmente, claro, podem surgir também vagas neste concurso, tanto para este cargo como outros específicos. Um bom exemplo são os analistas com especialidade em Engenharia Civil.

  6. Olá josebarbosa,

    primeiramente gostaria de agradecer pelas informações que você traz no seu site, já dei uma “vasculhada” e achei muitas publicações interessantes!
    Por fim, tenho algumas dúvidas em relação ao 8º concurso. No edital está previsto uma vaga para Engenheiro Civil no Paraná, no entanto essa vaga não existe no portal da transparência do MPF nem do MPT. Gostaria de saber se existe a possibilidade da convocação para essa vaga do edital ocorrer logo ou é necessário esperar aparecer uma vaga desocupada?
    Também tenho dúvida no caso dessa vaga não aparecer durante a validade do concurso, visto que ela é para o Paraná e não para Brasília, o que acontecerá com o candidato aprovado para ela?

    Muito Obrigado pela ajuda!!

    1. Oi Pedro. No caso específico dos Engenheiros Civis, foi uma vaga “criada” especificamente para o 8º Concurso. Ela não aparece no portal da transparência porque ainda não foi alocada, mas já se definiu até as atribuições do cargo: cuidar dos prédios das Procuradorias da República e dos Municípios em cada estado, bem como tocar projetos de reforma, construção ou ampliação, e especificamente isto, sendo expressamente vedada, por orientação da PGR, que além destas atribuições também façam perícia em processos administrativos ou judiciais. Devem ser nomeados logo, acredito eu.

      1. José Barbosa, parabéns pelo blog!

        Desculpe-me, mas não entendi bem sua resposta em relação às perícias. Você quis dizer que o engenheiro tem que ter dedicação exclusiva ao MPU? Ou que nessa nova vaga “criada” para esse 8º concurso o engenheiro não faz perícia? Você teria mais alguma informação sobre as atribuições desse cargo?

        Obrigado!

        1. Não, dedicação exclusiva só é devida quando do exercício de função comissionada, embora nossa lei também vede o exercício da consultoria técnica.

          A atividade dos engenheiros nas PRs será de apenas manter os imóveis vinculados ao Estado. Não lhes caberia, por exemplo, a atividade de perícia se requisitada por um procurador para instruir um processo administrativo, por exemplo.

          1. José Barbosa, entendi perfeitamente agora. Obrigado!

            No edital diz que uma atribuição básica é “atuar em processos administrativos e judiciais como assistente técnico”. O assistente técnico é um perito, só que das partes do processo. Dessa forma, seria possível fazer a atividade pericial como assistente técnico? Ou será que no edital colocaram essa informação apenas de forma geral e a sua informação está relacionada a um novo entendimento dentro do MPU?

          2. É atribuição do cargo, mas parece que estas foram criadas com um objetivo específico, dentro da reestruturação que está ocorrendo nas Procuradorias da República nos Estados (inclusive, o diário oficial desta semana já veio bem “gordinho” por conta das mudanças).

  7. Olá José Barbosa!

    Como no próximo é ano de política, isso pode influenciar nas nomeações do 8º concurso? Tipo, chamarem bem mais que o normal? Ou não?
    Outra dúvida, estou em 3º para Engenheiro de Segurança-RO, eram 2 vagas. Ocorrendo a remoção do 1º colocado, o MPU já convoca o próximo? Ou é medida discricionária?

    Forte abraço e parabéns pelo portal!

    1. Não tem nada a ver, não nomeia mais, nem menos. Se for removido, em geral nomeia, até para que ele possa sair. Mas cargos deste tipo têm baixíssima rotatividade, para falarmos que alguém já do 8o concurso consiga uma remoção dentro da validade do certamente, já que a “janela”, a não ser que se altere o prazo, é de apenas um ano (3 aguardando pela remoção contra 4 de validade do concurso).

  8. Prezado, José,

    Estou com uma dúvida.

    Sou o 1ª colocado para Tec. Inf. BA, ouvi boatos que a única vaga prevista no edital nº 6, publicado em 11 de novembro, está “virtualmente” destinada a uma remoção.

    Para esse cargo existe alguma nova vaga criada especificamente para o 8º concurso já que no edital existe uma vaga ou terei que esperar uma possível vacância?

    Obrigado.

    1. Não apenas nomeado, mas entra em exercício e entra em trânsito cinco dias após o início do exercício do que vai para o seu lugar.
      Entretanto, por liberalidade da chefia, pode ser liberado antes.

  9. Olá José Barbosa, primeiramente parabéns pelo seu blog, é extremamente útil a todos!

    Vc acredita que além das 11 vagas previstas inicialmente para perito em engenharia civil em Brasília, poderão ocorrer novas nomeações em breve em virtude da grande demanda de engenheiros que os órgãos públicos estão precisando ultimamente, além da rotatividade normal que existe? Tem maiores informações sobre como é o trabalho dos peritos engenheiros em Brasília? Eles viajam muito ou o trabalho é mais de escritório? obrigado.

  10. Prezado José,

    Sobre as documentações, é mais rápido tomar posse levando o relatório físico/mental pronto por um médico particular ou levar os exames pro MPU e o médico de lá preencher o relatório?
    Já que terá que ser homologado por médico do MPU.

    Obrigado.

  11. Olá, José!

    Esse último concurso do MPU (8º) foi o único que disponibilizou vagas para o cargo em Educação, para profissionais formados em pedagogia. Ao todo, segundo o edital, são 5 vagas. Você sabe me informar se, por ser o primeiro concurso, eles vão convocar mais candidatos além do número previsto?

    Além disso, temos o Projeto de Lei 2200, que cria o quadro de cargos para a ESPMU. Você acha que por todos esse fatores o MPU provavelmente convocará mais candidatos no cargo de Educação?

    1. Não sei exatamente, mas não acredito num número muito maior que este. O quadro próprio da ESMPU também terá técnicos administrativos e analistas de diversas áreas (Direito, TI etc), para dar suporte administrativo e mesmo de conteúdos em áreas relacionadas aos cursos desenvolvidos pela escola.

  12. Caro José,

    No caso do edital 6 de 11 de novembro aparece uma vaga de Técnico em Saúde Bucal para 5ª região, quem obrigatoriamente devem ser nomeados são os aprovados de Pernambuco, ou os que fizeram para Brasília poderão ser chamado?
    Lembrando que o Edital N 1º – MPU 2/2013, ofereceu 4 vagas para Brasília, e 1 para Pernambuco, fiquei na 3ª colocação para Pernambuco tenho chance de ser nomeado?

      1. Me tire uma dúvida, tanto 1º e 2º colocado são Cirurgiões Dentistas (CD), o edital exige certificado do curso de Auxiliar de Saúde Bucal (ASB) = Auxiliar de Consultório Dentário (ACD), ou Técnico em Saúde Bucal (TSB) = Técnico Higiene Dental (THD) + ensino médio e registro no orgão de classe CFO (Conselho Federal de Odontologia) como determina a Lei 11.899/08 que regulamenta a profissão de TSB e ASB.
        Já a profissão de CD é regulamentada pela Lei 5881/66 se os aprovados acima mencionados não tiverem registro CFO, podem assumir?
        Agradeço antecipadamente.
        Att. Romero

        Presidência da República
        Casa Civil
        Subchefia para Assuntos Jurídicos

        LEI Nº 11.889, DE 24 DE DEZEMBRO DE 2008.

        Mensagem de veto

        Regulamenta o exercício das profissões de Técnico em Saúde Bucal – TSB e de Auxiliar em Saúde Bucal – ASB.

        O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

        Art. 1o (VETADO)

        Art. 2o (VETADO)

        Art. 3o O Técnico em Saúde Bucal e o Auxiliar em Saúde Bucal estão obrigados a se registrar no Conselho Federal de Odontologia e a se inscrever no Conselho Regional de Odontologia em cuja jurisdição exerçam suas atividades.

        § 1o (VETADO)

        § 2o (VETADO)

        § 3o (VETADO)

        § 4o (VETADO)

        § 5o Os valores das anuidades devidas aos Conselhos Regionais pelo Técnico em Saúde Bucal e pelo Auxiliar em Saúde Bucal e das taxas correspondentes aos serviços e atos indispensáveis ao exercício das profissões não podem ultrapassar, respectivamente, 1/4 (um quarto) e 1/10 (um décimo) daqueles cobrados ao cirurgião-dentista.

        Art. 4o (VETADO)

        Parágrafo único. A supervisão direta será obrigatória em todas as atividades clínicas, podendo as atividades extraclínicas ter supervisão indireta.

        Art. 5o Competem ao Técnico em Saúde Bucal, sempre sob a supervisão do cirurgião-dentista, as seguintes atividades, além das estabelecidas para os auxiliares em saúde bucal:

        I – participar do treinamento e capacitação de Auxiliar em Saúde Bucal e de agentes multiplicadores das ações de promoção à saúde;

        II – participar das ações educativas atuando na promoção da saúde e na prevenção das doenças bucais;

        III – participar na realização de levantamentos e estudos epidemiológicos, exceto na categoria de examinador;

        IV – ensinar técnicas de higiene bucal e realizar a prevenção das doenças bucais por meio da aplicação tópica do flúor, conforme orientação do cirurgião-dentista;

        V – fazer a remoção do biofilme, de acordo com a indicação técnica definida pelo cirurgião-dentista;

        VI – supervisionar, sob delegação do cirurgião-dentista, o trabalho dos auxiliares de saúde bucal;

        VII – realizar fotografias e tomadas de uso odontológicos exclusivamente em consultórios ou clínicas odontológicas;

        VIII – inserir e distribuir no preparo cavitário materiais odontológicos na restauração dentária direta, vedado o uso de materiais e instrumentos não indicados pelo cirurgião-dentista;

        IX – proceder à limpeza e à anti-sepsia do campo operatório, antes e após atos cirúrgicos, inclusive em ambientes hospitalares;

        X – remover suturas;

        XI – aplicar medidas de biossegurança no armazenamento, manuseio e descarte de produtos e resíduos odontológicos;

        XII – realizar isolamento do campo operatório;

        XIII – exercer todas as competências no âmbito hospitalar, bem como instrumentar o cirurgião-dentista em ambientes clínicos e hospitalares.

        § 1o Dada a sua formação, o Técnico em Saúde Bucal é credenciado a compor a equipe de saúde, desenvolver atividades auxiliares em Odontologia e colaborar em pesquisas.

        § 2o (VETADO)

        Art. 6o É vedado ao Técnico em Saúde Bucal:

        I – exercer a atividade de forma autônoma;

        II – prestar assistência direta ou indireta ao paciente, sem a indispensável supervisão do cirurgião-dentista;

        III – realizar, na cavidade bucal do paciente, procedimentos não discriminados no art. 5o desta Lei; e

        IV – fazer propaganda de seus serviços, exceto em revistas, jornais e folhetos especializados da área odontológica.

        Art. 7o (VETADO)

        Art. 8o (VETADO)

        Parágrafo único. A supervisão direta se dará em todas as atividades clínicas, podendo as atividades extraclínicas ter supervisão indireta.

        Art. 9o Compete ao Auxiliar em Saúde Bucal, sempre sob a supervisão do cirurgião-dentista ou do Técnico em Saúde Bucal:

        I – organizar e executar atividades de higiene bucal;

        II – processar filme radiográfico;

        III – preparar o paciente para o atendimento;

        IV – auxiliar e instrumentar os profissionais nas intervenções clínicas, inclusive em ambientes hospitalares;

        V – manipular materiais de uso odontológico;

        VI – selecionar moldeiras;

        VII – preparar modelos em gesso;

        VIII – registrar dados e participar da análise das informações relacionadas ao controle administrativo em saúde bucal;

        IX – executar limpeza, assepsia, desinfeção e esterilização do instrumental, equipamentos odontológicos e do ambiente de trabalho;

        X – realizar o acolhimento do paciente nos serviços de saúde bucal;

        XI – aplicar medidas de biossegurança no armazenamento, transporte, manuseio e descarte de produtos e resíduos odontológicos;

        XII – desenvolver ações de promoção da saúde e prevenção de riscos ambientais e sanitários;

        XIII – realizar em equipe levantamento de necessidades em saúde bucal; e

        XIV – adotar medidas de biossegurança visando ao controle de infecção.

        Art. 10. É vedado ao Auxiliar em Saúde Bucal:

        I – exercer a atividade de forma autônoma;

        II – prestar assistência, direta ou indiretamente, a paciente, sem a indispensável supervisão do cirurgião-dentista ou do Técnico em Saúde Bucal;

        III – realizar, na cavidade bucal do paciente, procedimentos não discriminados no art. 9o desta Lei; e

        IV – fazer propaganda de seus serviços, mesmo em revistas, jornais ou folhetos especializados da área odontológica.

        Art. 11. O cirurgião-dentista que, tendo Técnico em Saúde Bucal ou Auxiliar em Saúde Bucal sob sua supervisão e responsabilidade, permitir que esses, sob qualquer forma, extrapolem suas funções específicas responderá perante os Conselhos Regionais de Odontologia, conforme a legislação em vigor.

        Art. 12. Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

        Brasília, 24 de dezembro de 2008; 187o da Independência e 120o da República.

        LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA
        Carlos Lupi
        José Gomes Temporão

        Este texto não substitui o publicado no DOU de 26.12.2008

  13. Olá José, eu fui aprovada no 6º concurso para o cargo de perito em arquivologia lotado na PB, até agora ninguém foi nomeado, você acha que existe a possibilidade de nomeação? Existe a possibilidade de eles nomearem os aprovados no 8º concurso sem nomeares os aprovados no concurso anterior, a saber, 6° concurso?

    Atenciosamente,

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